quinta-feira, 24 de abril de 2008

PROFANE FORCE UNDERGROUND 6 - ARAGUARI - MG/BRASIL

Com as Bandas:

Malleus Mallefestos - Black Metal (Planaltina-DF)
Denied Redemption - Black Metal (Planaltina-DF)
Lord Foul - Black Metal (S. J. do Rio Preto-SP)
Gestos Grosseiros (Brazilian Countdown to kill tour) - Death Metal (Guarulhos-SP)
Burning Church - Death Metal (Araguari-MG)
Escaravelho do Diabo - Metal Negro (Araguari-MG)
Cirrhosis - Death Metal (Uberlândia-MG)

07 de Junho de 2008
às 18 horas
Local: U.E.A. (Rua Dr. Canabrava, 190 Centro)
Araguari-MG
Entrada: R$ 5,00
Cerva & Refri: R$ 1,00

Contatos - Escaravelho:
(34) 8832 - 6265

claudio.naves@ig.com.br

Fonte: Jean (Araguari - MG)

RESENHA - CHAOS SYNOPSIS - GARDEN OF FORGOTTEN SHADOWS - CDR ' 2006 - ANAITES DISTRO

Em Português:

Do caralho cara!! Logo quando o CDR começa, parece que teremos uma banda Brutal Death Metal, pelo riff que se inicia em "Only Evil can Prevail", mas logo após, somos surpreendidos por um riff mais tradicional, bastante Resurrection nas antigas!! Mas logo após, destilam um excelente Thrash/Death, como se fosse uma interessante mistura de um instrumental bem Kreator, fase Extreme Aggression, com um vocal bem Pentacrostic!! Excelente o modo que a música evolui, entre riffs soturnos e agressivos e vocais agonizantes!! Também vemos riffs bastante influenciados pelo Cannibal Corpse. Logo em seguida vem "Spiritual Cancer", com uma levada bem Carcass, fase Necroticism!! Palhetadas marcantes e baterias bem agressivas, não sendo em blast-beat mas com uma levada bem mais tradicional!! Logo após, temos algo de blast-beats, junto a um poderoso riff, bem mórbido, e logo em seguida as levadas mais tradicionais e solos cortantes ao já citado Kreator. Em seguida vem a faixa-título,"Garden of Forgotten Shadows", já bem mais levada ao Thrash Metal Old School! Nomes como Sepultura e Slayer antigos vêm à mente, devido ao clima que possuem os riffs. Em seguida vem "Inner Wrath" que começa com um riff Thrash bem potente, vindo junto com o devastador vocal, o que deixa o clima ainda mais agressivo, no meio da música, há um riff bem Obituary, indo logo após a uma parte lenta e bem cadenciada, lembrando o Slayer nos tempos de "Seasons in the Abyss", logo em seguida terminando com muita fúria e ódio! Logo em seguida vem "Chaos Synopsys", não menos devastadora, segue basicamente a mesma linha do resto da Demo, com destaque para um blast-beat durante o solo harmônico.Logo em seguida, vem a última faixa da Demo,"Behind the Masks", seguindo o mesmo caminho das faixas anteriores, assim como sua antecessora, porém nos brindando com um clima bem Possessed no final! Enfim... agrada, e muito, a quem não queira ouvir nada de moderno, fresco ou melódico! Thrash/Death Metal feito aos moldes antigos!! Só a gravação poderia estar um pouco melhor, mas se tratando de um Demo, está
bem aceitável!! A banda é paulista, da cidade de S.J. dos Campos. A quem queira, pode entrar em contato. Links abaixo do texto.
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En Español:

Jodido man!!
Pronto el CDR empieza, parece que tendremos uma banda Brutal Death Metal, por lo riff que se inicia em “Only Evil can Prevail”, pero pronto somos sorprendidos por um riff más tradicional, bastante Resurrection en tiempos pasados, pero prontamente destilan en excelente Thrash/Death, como que fuera una interesante mezcla de un instrumental bién Kreator, en el álbum Extreme Agresión, con un vocal bién Pentacrostic!! Excelente la forma que la música evolue, entre riff soturnos y agresivos y vocales agonizantes!! También vemos riff bastante influenciados por Caníbal Corpse. Siguiendo viéne “Spiritual Cancer”, con un punch bién Carcass, fase Necroticism!! Guitarras marcantes y baterías bién agresivas, no siendo en blast-beats pero con un desenvolvimiento bién más tradicional!! Siguiendo ya tenemos algo de blast-beats, junto a un poderoso riff, bién mórbido, y pronto contratiempos más tradicionales y solos arrotadores al ya citado Kreator. El siguiente es el track auto-titulado “Garden of Forgotten Shadows”, ya bién más Thrash Metal Old School! Nombres como Sepultura y Slayer antiguos vienen a la mente, debido al clima que poseen los riff. Después viene “Inner Wrath”, que empieza con un riff Thrash bien potente, viniendo junto a un devastador vocal, lo que deja el clima todavía más agresivo. En el medio de la música, hay un riff bién Obituary, indo pronto a una parte lenta y cadenciada, recordando a Slayer en los tiempos “Seasons in the Abyss”, y prontamente terminando con mucha furia y odio! Siguiendo viene “Chaos synopsis”, no menos devastadora, sigue básicamente la misma línea del resto del Demo, destacándose un blast-beat durante el solo armónico. Pronto viene el último track, “Behind the Masks”, siguiendo el mismo camino de los track anteriores, así como su antecesor, pero brindandonos con un clima bien Possessed en el final! En fin… agrada, y mucho, a quién no quiera oír nada de moderno, pendejo o melódico! Thrash/Death Metal hecho a los antiguos moldes!! Solamente la grabación podría estar un poco mejor, pero tratandose de un Demo, está bién aceitable!! La banda viene de la ciudád brasileña de São José dos Campos, estado de São Paulo. A quiénes les interese, pueden contactarse con:

jairo@chaossynopsis.com.br

Download:

http://demoassault.blogspot.com/2008/02/chaos-synopsis-garden-of-forgotten.html





segunda-feira, 14 de abril de 2008

ENTREVISTA À MORBO - BLACK METAL - GUANTÁNAMO/CUBA

Em Português:

01 – Saudações Morbo! Em primeiro lugar, obrigado pelo tempo cedido a essa entrevista! Diga-nos de quem foi a idéia de formar a Morbo e como era a cena da tua cidade e província naquela época.

Saudações a você também, obrigado por nos fazer essa entrevista. A idéia de formar a MORBO foi do primeiro baixista e manager em 2003. A cena naquela época era péssima, em Guantánamo (província) haviam alguns rockers e aqui em Baracoa não chegavam a 10, e as pessoas alheias ao movimento nos viam como eram vistos os rockers em Cuba nos anos 70, como se fôssemos hereges da sociedade queimados numa fogueira de censura, o que nos levou a pôr o nome de MORBO.

02 – Sabemos que em Cuba tudo é mais difícil se tratando de economia, o que é refletido na cena, com altos preços de instrumentos, falta de Estúdios que apóiam, falta de lojas especializadas, poucos Selos e Distros a nível nacional e mais outros problemas e que por este motivo teriam vocês parado as atividades por um tempo. Conte-nos o que aconteceu e como aconteceu.
Sim, é assim mesmo, as gravadoras cubanas não se interessam pelo Rock n’ Roll, fazendo com que as bandas tenham que gravar por seus próprios meios. Os instrumentos são muito difíceis de conseguir, os nossos são super arcaicos, o guitarrista tem uma Musima da antiga Alemanha (GDR) e a bateria nem te falo. Deixe-me esclarecer que a banda não esteve parada realmente, somente tivemos um problema que acredito seja geral para muitas bandas, e é a falta de promoção, mais ainda para nós que somos do extremo mais oriental do país (sem cair no regionalismo, é um problema real), o que fez com que a Morbo desaparecesse da cena nacional, que o público pensasse que não existíamos, quando realmente seguíamos ativos e com muitos desejos de levar nossa música a todo o país.

03 – No início vocês faziam um som mais levado ao Death Metal, mas com uma mudança de Line-up também mudaram o som, que hoje é mais levado ao Black Metal. Conte-nos como se deram essas mudanças.
Morbo começou como uma banda de Death Metal, mas à medida que o projeto ia amadurecendo nos demos em conta de que poderíamos explorar mais as qualidades musicais de cada integrante, os quais temos influências de vários estilos dentro do Rock. Ao sofrer a perda de nosso primeiro baixista, decidimos, sem mudar o nome da banda, já que implicava começar do zero, enriquecer nossa música com recursos de outras tendências para evitar que nosso trabalho parecesse ao de outras bandas. Muitos dos que nos têm ouvido dizem que somos Black Metal, outros que somos Death Melódico, outros Death/Black, e escutar diferentes opiniões do público nos satisfaz muito, já que nos demonstram que o que fazemos é diferente, o que foi nosso objetivo desde o princípio, ao contrário de outras bandas que gostam que os comparem à bandas do exterior.

04 – Vocês gravaram em 2003 seu primeiro trabalho, “Infernal Prophecy” com a ajuda de amigos estrangeiros. Diga-nos como isso se deu e como ajudaram, e como foi a gravação. Acreditam que o resultado final foi satisfatório?
O gravamos nos estúdios EGREM de Santiago de Cuba, graças a uns frikies canadenses que conhecemos e nos ajudaram com o dinheiro. Não foi fácil, nos deu muito trabalho chegar a Santiago e só tínhamos uma semana para gravar, e apesar de que cobrem bastante não te garantem o Selo, Capa e nem a promoção e menos a qualidade do modelo que não foi boa.

05 – Como foi e como é a aceitação do público underground para com este trabalho até hoje? Algum selo estrangeiro se interessou pelo trabalho?
Ainda que o som não tenha sido o melhor que esperávamos, muitos gostaram. Um dos temas (Chaos) esteve entre os 10 primeiros em 2004 no finado programa “27 Minutos” da Rádio Progreso. He, he, he, bom... Selo estrangeiro, difícil, creio que com sua ajuda um dia estaremos melhor com isso.

06 – Em 2005 seu baixista e manager mudou para a Espanha e foi aí que a banda tomou uma direção mais ao Black Metal, não? O que a saída dele significou para vocês e como foi a busca por um novo baixista? Estão satisfeitos com o Line-up atual e qual é o Line-up atual?
Como eu te dizia antes, quando nosso baixista e manager mudou para a Espanha foi que realmente decidimos experimentar um novo som, aproveitando quando entrava outro músico na banda. Não foi nada fácil, em primeiro lugar porque foi ele quem formou a banda, nos conhecíamos bem e levávamos muito tempo trabalhando juntos, e segundo porque aqui é muito difícil encontrar músicos que gostem de Rock n’ Roll. Imagine que passaram 3 baixistas depois dele, nenhum profissional mas têm resolvido em seu momento. O Line-up atual é: Yumar (Vocal), Ruben (Lead Guitar), Zotter (Guitar), Juaco (Bass), Hindú (Drums).

07 – Li que em 2007 vocês lançariam uma Demo de 5 músicas chamada “The Kingdom of the Silence”. A banda lançou esse material? Se lançou como está sendo a repercussão do mesmo?
Na realidade começamos em 2007 a produção do mesmo, mas por inúmeros problemas que você deve imaginar, saiu em Abril de 2008. Conta com 5 músicas, com uma melhor qualidade sonora e esperamos que o público goste, já que como vês, acabou de sair do forno.

08 – Qual é a temática que a banda aborda e quem faz as letras? De onde vêm as influências da banda, tanto musical como liricamente?
Principalmente temas obscuros, vampirescos, relacionados com a literatura gótica. Trabalhamos em conjunto, ainda que um dê a idéia central e todos nós opinamos e assim compomos e fazemos o tema. Cada um de nós está influenciado em estilos diferentes e cada qual dá uma idéia de acordo com o que gosta e no final obtemos a morbidez como resultado.

09 – Como sempre pergunto a todas as bandas não-brasileiras, quais são as bandas brasileiras que vocês conhecem e quais as que mais respeitam? Conhecem algo sobre a cena brasileira?
Do Brasil conhecemos Sepultura, Soulfly e Angra, e respeitamos muito ao Sepultura e Angra.

10 – Vejo que em Cuba há uma união entre as bandas, o que afasta um tanto a dificuldade e faz uma cena mais sólida. Nos dê sua opinião sobre a cena de seu país e recomende-nos algumas bandas de sua área para que conheçamos mais.
Há união de certa forma, nem todas as bandas se dão bem, há muito regionalismo, tudo isso somado ao pouco apoio institucional ao gênero faz as coisas um pouco mais difíceis, mas apesar de tudo isso quase durante todo o ano são feitos festivais em diferentes províncias ao longo do país, já contamos com a Agência Cubana de Rock, que esperamos que apóie um pouco mais e consigam resolver alguns dos problemas que afetam ao Metal em Cuba, apesar de ter sido criada a pouco tempo. Recomendação: Não sei se conheces a Haborym Mastema, da terra de Omar Veja (Holguín) e tocam Black Metal.

11 – Quais são os futuros planos da banda e expectativas para o futuro? Pretendem um dia tocar fora de Cuba?
Seguir fazendo Rock n’ Roll, tocar em todos os lugares em que nos convidem e algum dia se for possível, tocar no exterior.

12 – Bom, o espaço é de vocês! Algo que desejem adicionar aos leitores brasileiros, etc. Obrigado a vocês por manter a chama da Obscura Arte viva e acesa aí em Cuba.
Saudações a todos os rockers brasileiros, muito obrigado a ti, foi a primeira entrevista que cedemos ao exterior, pela qual estamos muito satisfeitos que hajam pessoas interessadas no Metal cubano e que esperamos um dia levar nossa obscuridade à cena brasileira. Mantenham-se underground.

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En Español:

01 – Saludos Morbo! En primer lugar, gracias por tu tiempo cedido a esta entrevista! Díganos de quién fue la idea de formar Morbo y como iba la escena de tu ciudad y tu provincia en aquellos tiempos.
Saludos a ti también, gracias por darnos esta entrevista. La idea de formar MORBO fue del primer bajista y director en el 2003. La escena por esos tiempos era pésima, en Guantánamo (provincia) habían algunos rockers y aquí en Baracoa no llegaban a 10, y las gentes ajenas al movimiento nos veían como se miraban a los rockers en Cuba en los 70, como si fuéramos herejes de la sociedad quemados en una hoguera de censura, lo que nos llevó a ponerle MORBO.

02 – Sabemos que en Cuba todo es más difícil en se tratando de economía, lo que es reflejado en la escena, con los altos precios de instrumentos, falta de studios que apoyan, falta de tiendas, pocos sellos y distribuidoras a nivel nacional y más otros problemas y que por esto motivo tenían uds parado a la banda por un tiempo. Cuéntanos lo que pasó y como pasó.
Si, es cierto eso, las discográficas cubanas no se interesan por la música rock por lo que las bandas tienen que grabar por sus propios medios. Los instrumentos son muy difícil de conseguir, los de nosotros son súper arcaicos, el guitarrista tiene una musima de la antigua Alemania (GDR) y el drum ni te digo. Déjame aclarar que la banda no estuvo parada en si, solo que tuvimos un problema que creo que es general para muchas bandas, y es la falta de promoción y más para nosotros que somos del extremo mas oriental del país (sin caer en regionalismo, es un problema real), lo que provocó que Morbo desapareciera de la escena nacional, que el público pensara que no existíamos, cuando realmente seguíamos activos y con muchos deseos de llevar nuestra música a todo el país

03 – En los comienzos uds hacían un sonido más al Death Metal, pero con un cambio de alienación también cambiaron el sonido más hacia el Black Metal. Cuéntanos como se dio a esos cambios.
Morbo comenzó como una banda de death metal pero a medida que el proyecto iba madurando nos dimos cuenta que podíamos explotar mas las cualidades musicales de cada integrante los cuales tenemos influencias de varios estilos del rock. Al sufrir la perdida de nuestro primer bajista nos decidimos sin cambiar el nombre del grupo, ya que implicaba comenzar de cero, enriquecer nuestra música con recursos de otras tendencias para evitar que nuestro trabajo se pareciera a otras bandas. Muchos de los que nos han escuchado dicen que hacemos Black metal, otros que death melódico, otros que death black, y escuchar diferentes opiniones del público nos complace mucho ya que nos demuestran que lo que hacemos es diferente, que fue nuestro objetivo desde el principio; al contrario de otras bandas que les gusta que los comparen con los grupos del exterior.

04 – Uds grabaron en 2003 su primer trabajo, “Infernal Prophecy” con la ayuda de amigos extranjeros. Díganos como se dio esto y como ayudaron, y como les fue la grabación. Creen que les fue satisfactorio el resultado final?
Lo grabamos en la EGREM de Santiago de Cuba, gracias a unos frikis canadienses que conocimos y nos ayudaron con el dinero. No fue fácil, nos costo bastante trabajo llegar hasta Santiago y solo teníamos una semana para grabar, y a pesar de que cobran bastante no te garantizan el sello, la portada, ni la promoción y menos la calidad de la maqueta que no fue buena.

05 – Como fue y como es la aceptación del público underground para con este trabajo hasta hoy? Algún sello extranjero se ha interesado por el trabajo?
Aunque el sonido no fue el mejor que esperábamos a muchos les gustó. Uno de los temas (Chaos) estuvo dentro de los 10 primeros en el 2004 en el fallecido programa “27 Minutos” de Radio Progreso. Je, je, je, bueno sello extranjero, difícil, creo que con tu ayuda a lo mejor un día.

06 – En el 2005 su bajista y director cambió a España y fue ahí que la banda tomó una dirección más al Black Metal no? Qué significó para uds la salida de el y como fue la búsqueda por un nuevo bajista? Están satisfechos con la alienación actual y cual es la alienación actual?
Como te decía antes, cuando el bajista y director nuestro cambio a España fue que realmente decidimos experimentar un nuevo sonido, aprovechando a la vez que entraba otro músico a la banda. No fue nada fácil en primer lugar porque él fue el que formó la banda, nos conocíamos bien y llevábamos tiempo trabajando juntos, en segundo porque aquí es muy difícil encontrar músicos que le guste el rock n´roll, imagínate que han pasado 3 bajistas mas, ninguno profesionales pero han resuelto en su momento. El line up actual es: Yumar (vocal), Ruben (lead Guitar), Zotter (Guitar), Juaco (bass), Hindú (drums).

07 – He leído que en el 2007 uds lanzarían un Demo de 5 temas llamado “The Kingdom of the Silence”. La banda ya lanzó ese material? Si lanzó como les está siendo la repercusión del mismo?
En realidad empezamos en el 2007 la producción del mismo, pero por miles de problemas que tú debes imaginarte, salió en abril del 2008. Cuenta con 5 tracks, con un mejor sonido y esperamos que les guste a los fans ya que como veras esta acabado de salir del horno.

08 – Cuál es la temática que la banda aborda y quién hace las líricas? De donde vienen las influencias de la banda, tanto musical como líricamente?
Principalmente temas oscuros, vampirescos, relacionados con la literatura gótica. Trabajamos en conjunto, aunque uno de la idea central todos opinamos y así vamos componiendo y sacando el tema. Cada uno de nosotros esta influenciado por estilos diferentes y cada cual aporta una idea de acuerdo a lo que le gusta y al final obtenemos la morbosidad como resultado.

09 – Como siempre pregunto a todas las bandas no-brasileñas, cuáles son las bandas brasileñas que conocen y cuáles las que más respetan? Conocen algo acerca de la escena brasileña?
De Brasil conocemos a Sepultura, Soulfly y Angra, y respetamos mucho a Sepultura y Angra.

10 – Veo que en Cuba hay una unión entre las bandas, lo que aparta un tanto la dificultad y hace una escena más sólida. Nos da su opinión acerca de la escena de tu país y recomendanos algunas bandas de su cercanía pa que conozcamos más.
Hay unión de cierta forma, no todas las bandas se llevan bien, hay mucho regionalismo, todo eso sumado al poco apoyo institucional del genero hace las cosas un poco mas difíciles, pero a pesar de todo eso casi durante todo el año se hacen festivales en diferentes provincias a lo largo de todo el país, ya contamos con la Agencia Cubana del Rock, que bueno esperamos que apoye un poco mas y logren resolver algunos de los problemas que afectan al metal en Cuba, a pesar de que se creó hace poco tiempo. Recomendación: no se si conoces a Haborym Mastema de la tierra de Omar Vega y tocan black metal.

11 – Cuáles son los futuros planes de la banda y expectativas para el futuro? Pretenden un día tocar afuera de Cuba?
Seguir haciendo rock n´roll, tocar en todas las plazas que nos inviten, y algún día si es posible tocar en el extranjero.

12 – Bueno, es espacio es de uds! Algo que deseen agregar a los lectores brasileños, etc. Gracias a uds por mantener la llama de la Oscura Arte viva y encendida alla en Cuba!!
Saludos a todos los rockers brasileños, muchas gracias a ti, ha sido la primera entrevista que cedemos para el extranjero por lo que estamos muy contentos que hayan personas interesadas en el metal cubano y esperamos un día llevar nuestra oscuridad a la escena brasileña. Manténganse underground.

Contactos:
Email:
carlops@toa.gtm.sld.cu
Roberto López # 63
% Roberto Reyes y Coroneles Galano
Baracoa
Guantánamo
Cuba
Cp: 97310




sexta-feira, 11 de abril de 2008

ENTREVISTA A NOCTIS INVOCAT - BLACK/DOOM METAL - GUATEMALA


Em Português:

01 – Hail Noctis Invocat! A horda já leva anos na cena underground latino-americana! Diga-nos quando foi formada a banda e que mudanças tiveram na formação e no som.

Bom... para começar, obrigado pela entrevista Thiago, aqui te saúda Nery, guitarrista da Noctis Invocat, e bom... a banda começou mais ou menos a fins de Março de 1994, com a intenção de criar um som e mesclar as inúmeras influências que trazíamos como qualquer fã de Metal, desde o Heavy, Death, Doom, Black Metal e mais estilos e foi concebida por Edwin Calderon (Guitarra) e minha pessoa, Nery Monroy (Guitarra), juntando-se um velho amigo de anos, Angel Potervus nas Vozes e Baixo, e ainda devido às nossas influências pusemos um Teclado para as atmosferas e melodias a cargo de Erwin Arenas, e Nery Rodas, como baterista e foi quem fechou o pentagrama. Na questão do line-up, por quase 12 anos estes foram nossos membros, mas em virtude de tempo e questões familiares, lastimavelmente 3 de nossos membros originais já não se encontram conosco, mas ainda assim para alguns shows temos contado com a presença de Erwin nos Teclados e inclusive com Nery na Bateria, de modo que como banda sempre nos mantivemos unidos, mas quanto a responsabilidade pela banda só ficamos Angel e eu, e como novos integrantes, ainda que eu não goste desse termo “músicos de sessão”, porque eles não o são, são grandes amigos e músicos, estão também na Noctis Invocat Kevin e Omar Cabrera, os quais estão nos ajudando a vomitar essa nova produção. O som definitivamente evoluiu por razões óbvias, como a ambição de criar o melhor trabalho possível, e agora que estamos em processo de gravação, com certeza a imcorporação de novas pessoas afetou, o que deu nova vitalidade à banda, mas definitivamente, acredito e estou quase seguro que este será o melhor material da Noctis Invocat no momento.

02 – Vocês lançaram até o momento 3 trabalhos: “Eternal Dreams of Fire” (1994), “Depressiva vox Clamantis” (1998, lançado pelo selo argentino Southern Hellish Rec.) e “Luxuria in Caellum” (2002). Como tem sido a aceitação do público durante todos esses lançamentos? Qual é o melhor trabalho em sua opinião e por que?
A aceitação a partir de nossa primeira produção foi surpreendente, e é claro, agradável. Como te comentei nossa sempre foi fazer música baseada em nossos gostos musicais e orientações filosóficas, como o ocultismo, e desde o começo recebemos um grande apoio, muito mais que o esperado, para uma uma pequena bandinha de um lugar chamado Guatemala, coisa que te move devido à surpresa de ver gente que se interessa em seu trabalho, e de lugares tão desacreditados que verdadeiramente aumenta sua auto-estima. Internacionalmente para nós foi um êxito a primeira Demo, e o fato da Southern Hellish prod. Se interessar em nós foi um passo muito mais adiante, e por não chegar a acordo com alguns selos, decidimos lançar por conta própria o álbum “Luxuria in Caellum”, o qual ao meu gosto me parece uma evolução em nosso som, mas sou sincero contigo, internacionalmente, por questões de distribuição o mais conhecido e pelo qual todos abriram seus ouvidos à Noctis Invocat foi o “Depressiva vox Clamantis”. Mas creio que o novo trabalho que temos em nossas mãos está aumentando todas as nossas expectativas, e temos conseguido criar algo que definitivamente é uma nova Noctis Invocat, mais que tudo, pela inclusão de novos músicos.

03 – Que estilo a banda pratica e quais as influências na hora de compor, tanto musical como liricamente?
Basicamente, como lhe disse é uma mistura de influências tão grande que é um tanto difícil. Alguns têm me comentado que é Dark Metal, outros Black com passagens Doom, mas eu creio e o consideraria um Black Metal depressivo, e ao dizer depressivo não estou dizendo um Black Metal afrescurado, mas Real, pois liricamente temos tratado de abraçar vários aspectos, de alguma maneira metafórica utilizando muito o que são as ciências ocultas, satanismo e demais artes, e agregando-lhes as influências da vida cotidiana. É assim que podemos falar de Moloch e o adaptamos à nosso sentimento no momento.

04 – A banda participou de vários Shows e Festivais, não só na Guatemala como em todos as proximidades, chegando a ser a principal convidada para ser banda suporte a Shows internacionais, como Gorgoroth e Behemoth, dando assim um grande passo para a cena de sua área. Como foram esses Shows pra vocês e qual foi a melhor apresentação que tiveram em todos esses anos?
Temos contado com a grata aceitação, tanto de nosso país como de países irmãos, e de verdade agradecemos tanto o fato de que em países irmãos nos têm tido como parte de sua cena, definitivamente o Show que sempre terei na memória é o primeiro, devido ao fato de que não tocamos aqui na Guatemala, nosso Show-Debut foi em El Salvador, e foi um grande compromisso e muitos nervos. Agora o fato de abrir um festival internacional te cria uma grande expectativa, devido a não ser nada fácil por questões de lógica: alguém que compra um ingresso para ver a tal ou qual banda não o compra para ir ver a banda de abertura, mas tenho uma anedota muito boa: em El Salvador quando o Gorgoroth tocou, fomos chamados para abrir o Show, mas por questões alheias a nós, o organizador disse que já não podíamos tocar, mesmo assim o flyer contava com nosso logo, de qualquer maneira chegamos com ángel a ver o Show de El Salvador, e na fila da entrada escutamos várias pessoas dizendo “tomara que a Noctis toque essa e outra música” e já dentro do local um doido um tanto bêbado nos pergunta a que horas a Noctis vai tocar e eu e Angel nos olhamos um ao outro e lhe dissemos que que não íamos tocar e ele com essas palavras disse “puta que pariu, eu vim só pela Noctis” e foi embora do local e não o vi mais entrar. Eu acho que cada banda que vem a nossos países sempre nos deixa uma lição, quanto ao som, iluminação ou atitude, o que deva ou não fazer, e definitivamente o fato de poder algumas vezes ter a oportunidade de tocar, ainda que seja com a metade do equipamento que usa a banda principal, pois é uma grande experiência, por exemplo de ter tocado com o jogo de luzes que o Dark Funeral usa, foi muito gratificante, e também foi um dos melhores Shows em questão de público, equipamente e inclusive ambiente, devido a desde que saímos não deixaram de gritar nosso nome, e apesar de que já haviam anunciado o Dark Funeral, seguiam nos pedindo mais uma. Outro Show memorável foi o que organizamos para nossos 10 anos, o qual contávamos que chegasse gente, mas não tanta gente, foi o triplo ou quádruplo à nossa expectativa, e foi um local insuficiente, e logicamente, extremamente quente.

05 – Sei que a banda já está preparando músicas para um novo trabalho. Fale-nos sobre.
Estamos finalizando os últimos detalhes, sendo por um selo ou não, sai no mais tardar em julho, o qual dele não estamos totalmente seguros, mas queremos que seja um Mini-CD, que além do mais contará com um DVD, que contará com o vídeo de “Lustful Poem”, um Making Off, Imagens, Wallpapers, etc... Mas no curso da gravação te direi que exatamente ocorrerá.

06 – Fale-nos sobre a cena da Guatemala e arredores. Como tudo começou, as principais bandas (desde os inícios até hoje), o que poderia melhorar, sobre meios de divulgação, Shows, Festivais, etc. Há um bom apoio ou existe muita discriminação?
Bom, pra começar tenho o agrado de estar nessa cena como expectador e como integrante de banda já a um bom tempo, e fomos expectadores das mudanças da mesma, há tido bandas muito boas, em cada uma de suas épocas. Por exemplo, uma das que realmente abriu as portas e começou de uma forma um tanto profissional foi a banda chamada “Guerreros del Metal”, que era uma banda de Heavy Metal. Lastimavelmente, tanta droga lhes afetou a cabeça e voltaram cristãos tocando com o mesmo nome. Outro que vem à mente foi Rotting Corpse, que optaram pelo Grindcore à Napalm Death, coisa que por sinal o faziam muito bem. E nesse transcurso aparecemos nós, tocando mais pausados com uma linha Black Metal, devido a que Edwin e minha pessoa vivemos esse nascimento do underground nos Estados Unidos, quando foi esse místico momento de intercâmbio de Demos e Fanzines, e aparecimento de laguns selos distribuidores, que agora me assombro de onde chegaram e el mini-império que têm agora, e também de gente “cool” que mudou, e por lógica, decidimos fazer algo diferente e nos mover com nossas próprias rédeas. Desses dias pra cá a cena tem sido bastante relativa, porque há vezes em que se convoca grande quantidade de pessoas, apesar de ser um país bastante pequeno, e momentos em que se enfraqueceu e nos Shows se vê isso refletido quando assistes e vê as mesmas pessoas de sempre, para mim nesses momentos têm-se tudo para dar um grande ressurgimento, pela quantidade de conhecimento que se têm devido à Internet, downloads, inclusive pirataria (que por sinal é o grande câncer da música em minha opinião), e muita gente que não tinha acesso a um disco de tal ou qual artista, já é acessível ou ao menos audível, é muito melhor que aqueles tempos em que arriscavas a uma Demo que te chegava por correio depois de 1 ou 2 meses e às vezes arriscando-te a não chegar. O lastimável é que apesar de que isto está fazendo crescer os adeptos, não são adeptos muito leais ao movimento. Creio e estou quase seguro que devido a que a muitos de nós os quais gostamos desse estilo de vida, não nos importa pagar ou viajar por um bom Show ou Disco, mas mesmo assim estes são como a cor da moda em sua adolescência e só. Por outro lado os meios de comunicação nos ajudam por um lado, coisa que nos faz sem cuidado, mas por exemplo para um Show não temos a publicidade suficiente, e ainda que a Internet seja uma grande ferramenta, não está ao alcance de todos, e afeta de grande forma a comunicação ou massificação do que é em realidade o movimento Metal em todas suas expressões. Em poucas palavras, às vezes estamos correndo e outras vezes parando. Quanto à discriminação, a sociedade já aceitou o esteriótipo do Headbanger, e já não há preconceito e mais, a proliferação de bares de Metal tem aumentado. Isso digo em relação à Guatemala, mas em lugares como El Salvador a evolução que tiveram é incrível e não é por algo que, à minha opinião muito pessoal, é uma das melhores cenas da América Central, isso devido a que o mesmo está passando em países como Honduras, o qual visitei há uns 4 anos, mas por amigos de lá, me tem chegado alguns comentários da mesma situação guatemalteca.

07 – Há algum convite para Shows na América do Sul, e certamente no Brasil?
Quando o “Depressiva vox Clamantis” saiu, se pôde organizar uma meio-tour pela Colômbia, Chile e Argentina, mas por questões de tempo e informalidade de alguns organizadores não foi levada à cabo, lastimavelmente, pois seria um sonho transformado em realidade. E como toda banda nossa realidade é tocar ao vivo, e o Brasil que é um país bastante grande e Headbanger, com certeza gostaríamos fazer umas tantas datas por essas terras, a quem se interesse, que se comunique hahaha estaremos dispostos!

08 – Conhecem algo da cena brasileira? Se conhecem, quais são as bandas que acreditam que mais merecem seu respeito?
O básico seria que a cena brasileira é bastante grande e prolífera, mas falando precisamente de Metal, da velha guarda, de Sarcófago, Sepultura, Chakal, Sextrash, Overdose e RxDxPx que foi o que mais se deu a conhecer nos anos 90, depois eu era um grande fã de Mystifier, o Wicca me enlouqueceu, grande disco! E da nova guarda Krisiun, Angra e demais, etc...

09 – Indique algumas bandas para que os leitores brasileiros conheçam, de seu país e arredores.
É como eu disse, mas as bandas que ao meu parecer merecem que as recomende, não tanto pela música mas pelo estável que são, e não são um monte de moleques com uma banda de 2 meses que desaparecerão logo depois de ter lido a esta entrevista, são:

Metal Réquiem (Deathrash Metal)
Cronos (Death Metal)

Virus Belico (Death Metal/Hardcore)
Andromeda (Power Metal)
Rip (Thrash Metal)
357 (Metalcore)

10 – Como os leitores podem conseguir materiais da banda?
Muito boa pergunta, pois o “Luxuria in Caellum” podem contactar conosco, o novo material que sairá à venda a finais de Julho también conosco, a meu e-mail/msn: yrenyornom@hotmail.com
ou nossa página www.noctisinvocat.cjb.net

11 Diga-nos os futuros planos da banda e suas expectativas.
Definitivamente conseguir que alguém nos consiga umas boas datas para tocar no Brasil (urgentemente hahaha), lançar com ou sem selo a nova produção da Noctis Invocat, que posso assegurar que vai ser o melhor material já feito por nós, e propagar a semente do mal.

12 – Agora o espaço é de vocês! Que sigam sempre invocando a noite, obscura e caótica!!
Obrigado Thiago, e um grande hail a todos os leitores brasileiros ou de países de língua portuguesa. Esperamos o quanto antes possível chegar à suas cidades para fechar o pacto!

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En Español:

01 – Hail Noctis Invocat! Esta horda ya lleva años en la escena underground latinoamericana! Díganos cuando fue formada la banda y que cambios tuvieron en cuanto a alienación y sonido.
Bueno para empezar gracias por la entrevista Thiago, acá te saluda Nery guitarra de Noctis Invocat, y bueno esta banda comenzó mas o menos a fines de marzo de 1,994, con la intención de crear un sonido y mezclar las muchas influencias que venimos arrastrando como cualquier fan de metal, desde el heavy, death, doom, black metal y de mas estilos. Y fue concebida por Edwin Calderon (guitarra) y mi persona Nery Monroy (guitarra), agregándose un viejo amigo de años, Angel Protervus en las voces y el bajo, así mismo debido a nuestras influencias agregamos un teclado para lo que son las atmósferas y melodías a cargo de Erwin Arenas, y Nery Rodas quien toca la batería fue el miembro que cerro el pentagrama. En cuestiones de alineación por casi 12 años estos fueron nuestros miembros, pero en virtud de tiempo y cuestiones familiares, lastimosamente 3 de nuestros miembros originales ya no se encuentran con nosotros, mas sin embargo para algunos conciertos hemos contado con Erwin en los teclados e inclusive con Nery en la batería, así es que como banda siempre nos hemos mantenido unidos, pero en cuestiones de responsabilidad de banda, solo hemos quedado Angel y yo, y como nuevos integrantes, aunque no me gusta ese nombre de músicos de sesiones, pues ellos no lo son, son grandes amigos y músicos, están también con Noctis Invocat, Kevin y Omar Cabrera, quienes me están ayudando a vomitar esta nueva producción. El sonido definitivamente ha evolucionado por razones obvias, como lo han sido la ambición de crear el mejor trabajo posible, y ahora que estamos en el proceso de grabación pues si ha afectado la incorporación de un personal nuevo y fresco, cosa que le ha dado vitalidad a la banda, pero en definitiva creo y estoy casi seguro que este será el mejor material de Noctis Invocat a la fecha.

02 – Uds lanzaron hasta el momento 3 trabajos: “Eternal Dreams of FIRE” (1994),“Depresiva vox Clamantis” (1998, lanzado por el sello argentino Southern Hellish Rec.) y “Lujuria in Caellum” (2002). Como ha sido la aceptación del público durante todos estos lanzamientos. Cuál es el mejor trabajo en su opinión y por qué?
Pues la aceptación a partir de nuestra primera producción fue sorprendente, y por supuesto agradable, como te comente nuestra intención siempre fue hacer música basada en nuestros gustos musicales y orientaciones filosóficas como el ocultismo, y desde el principio recibimos un gran apoyo, mas allá del esperado, para una pequeña bandita de un lugar llamado Guatemala, cosa que te mueve debido a la sorpresa que de ver gente que se interesa en tu trabajo, y de lugares tan insospechados que de verdad te llena. Internacionalmente para nosotros fue un éxito el primer demo, y el hecho que Southerhellish prod. se interesara en nosotros fue un paso mas allá, y por no llegar a arreglos con algunos sellos decidimos sacar de cuenta propia el disco Luxuria in Caellum, el cual me parece a mi gusto una evolución ha nuestro sonido, pero te soy sincero Internacionalmente por cuestiones de distribución el mas conocido y por el cual la gente ha abierto sus oídos a NOCTIS INVOCAT ha sido el Depressiva Vox Clamantis. Pero si creo que el nuevo trabajo que tenemos en nuestras manos esta llenando todas nuestras expectativas, y hemos logrado crear algo que definitivamente es un nuevo Noctis Invocat, mas que todo por la adhesión de los nuevos músicos.

03 – Que estilo la banda trata de hacer y cuáles las influencias a la hora de componer, tanto musical como líricamente?
Pues básicamente como ya lo dije es una mezcla de influencias tan grande que es un tanto difícil, algunos me han comentado que es dark metal, otros black metal con tintes doom, pero yo creo y lo consideraría un black metal depresivo, y al decir depresivo no estoy diciendo un black metal aburrido, pero en realidad pues líricamente hemos tratado de abarcar muchos aspectos, de alguna manera metafórica utilizando mucho lo que es las ciencias ocultas, satanismo y demás artes, y agregándole los tintes de la cotidianidad y vida real, es así pues que te podemos hablar de Moloch y lo adaptamos a nuestro sentir de momento.

04 – La banda ha participado de varios conciertos y festivales no solo en Guatemala como en toda su cercanía, llegando a ser principal invitada para ser banda soporte a conciertos internacionales, como los Gorgoroth y Behemoth, dando así un importante paso a la escena de su cercanía. Como les fueron eses conciertos y cual fue la mejor presentación que tuvieron en todos estos años?
Pues hemos contado con la grata aceptación tanto de nuestro país como de países hermanos, y de verdad que agradecemos tanto el hecho que en países hermanos nos han tomado como parte ya de su escena, en definitiva el concierto que siempre tendré en la mente es el primero, debido a que no tocamos acá en Guatemala, nuestro debut fue en el Salvador, y fue un gran compromiso y muchos nervios. Ahora el hecho de abrir un espectáculo internacional, pues te crea una gran expectación debido a que no es nada fácil por cuestiones de lógica, alguien que compra un boleto para ver a tal o cual grupo, no lo compra para ir a ver al grupo abridor, pero tengo una muy buena anécdota en El Salvador cuando toco Gorgoroth, nosotros fuimos invitados a abrir el concierto, pero por cuestiones ajenas a nosotros, el organizador dijo que ya no podíamos tocar, mas sin embargo el flyer contaba con nuestro logo, de cualquier manera llegamos con ángel a ver el show del Salvador, y en la fila de entrada escuchamos a varias personas que decían “ojala toquen esta y otra canción los de Noctis” y ya adentro un muchacho un tanto ebrio nos dijo que a que horas iba a tocar Noctis y nos miramos las caras con ángel y dijimos que no iba a tocar y el literalmente dijo “puta yo vine solo por Noctis” y se salio del local y ya no lo volvió a ver entrar.Yo creo que cada grupo que viene a nuestros países nos deja siempre una enseñanza, en cuestión de sonido, iluminación o actitud, en que tenes que hacer o no hacer; y definitivamente el poder algunas veces tener la oportunidad de tocar aunque sea con menos de la mitad del equipo que usa el headliner, pues es una gran experiencia, por ejemplo el haber tocado con el juego de luces que usa DARK FUNERAL, fue muy gratificante, y también fue por mas uno de los mejores conciertos por cuestiones de publico, equipo e inclusive ambiente, debido a que desde que salimos no dejaron de corear nuestro nombre y a pesar de que habían ya anunciado a Dark Funeral, seguían pidiéndonos otra; otro concierto memorable fue el que organizamos para nuestros 10 años, el cual contábamos que llegara gente, pero no tanta gente, se triplifico o cuadriplifico nuestra expectativa, y fue un local insuficiente, y por lógica extremadamente caluroso.

05 – Sé que la banda ya está preparando músicas para un nuevo trabajo. Cuéntanos acerca.
Pues estamos afinando los últimos detalles, ya que sea con sello discográfico o no, sale a mas tardar en julio, el cual no estamos del todo seguros pero queremos que sea un mini cd, que además contara con un dvd, que contara con el video de lustfull poem, un detrás de cámara, imágenes, wallpapers etcc… pero en el curso de la grabación te dire que exactamente ocurrirá.

06 – Háblenos acerca de la escena de Guatemala y cercanía. Como todo empezó, las principales bandas (desde los comienzos hasta ahora), lo que podría mejorar, acerca de medios de divulgación, conciertos, festivales, etc. Hay buen apoyo allá o todavía hay mucha discriminación?
Bueno pues para comenzar pues tengo el agrado de estar en esta escena como espectador y como grupo ya un buen tiempo, y hemos sido espectadores de los cambios de la misma, ha habido muy buenos grupos, en cada una de sus épocas, por ejemplo uno de los que realmente abrió las puertas y comenzó de una manera un tanto profesional era una banda llamada “Guerreros del Metal” que eran una banda de heavy metal, lastimosamente de tanta droga les afecto la cabeza y se volvieron cristianos tocando con el mismo nombre; otro que se me viene a la mente fue Rotting Corpse, que optaron por el grindcore a la NAPALM Death, cosa que por cierto hacían de muy buena manera. Y en ese transcurso pues aparecimos nosotros, tocando mas pausados con una línea black metal, que debido a que Edwin y mi persona vivimos ese nacimiento del underground en Estados Unidos, cuando fue ese místico momento de intercambio de demos y fanzines, y aparecimiento de algunos sellos disqueros, que ahora me asombra hasta donde han llegado, y el mini imperio que tienen ahora, y también gente cool que ha cambiado, y por lógica decidimos hacer algo diferente y movernos con nuestras propias reglas. De esos días para acá la escena ha sido bastante relativa, porque hay veces que se convoca a grandes cantidades de personas, a pesar de ser un país bastante pequeño, y momentos en que ha flaqueado y en los conciertos se ve reflejado cuando asistes y ves las mismas personas de siempre, para mi en estos momentos tiene todo para dar un gran resurgimiento, por la cantidad de conocimiento que se esta dando debido a Internet, descargas de música, e inclusive la piratería (que por cierto es el gran cáncer de la música a mi opinión), y mucha gente que no tenia acceso a un disco de tal o cual artista, ya es accesible o por lo menos audible, es por mucho mejor que aquellos tiempos que apostabas a un demo que por correo te llegaba después de 1 o 2 meses, y a veces arriesgándote a que no llegara. Lo lastimoso es que a pesar de que esto esta creciendo en adeptos, no son adeptos muy leales al movimiento, creo y casi estoy seguro que debido a que a muchos que nos gusta este estilo de vida, no nos importa viajar o pagar por un buen concierto, o un buen disco, mas sin embargo estos son como el color de moda de su adolescencia y ya; por otro lado los medios de comunicación nos hacen a un lado, cosa que nos tiene sin cuidado, pero por ejemplo para un concierto no tenemos la publicidad suficiente, y aunque el Internet es una gran herramienta, no esta al alcance de todos, y afecta de gran manera la comunicación o masificación de lo que es en realidad el movimiento de metal en todas sus expresiones, en pocas palabras a veces estamos corriendo, y otras veces gateando. Discriminación ante la sociedad ya ha sido aceptado el estereotipo del metalero, y ya no la hay es mas se ha dado por la proliferación de bares de metal. Eso es en relación a Guatemala, pero en lugares como por ejemplo El Salvador la evolución que han tenido es increíble y no es por algo que, a mi muy personal opinión, es una de las mejores escenas de Centroamérica, esto debido a que lo mismo esta pasando en países como honduras, el cual tengo como unos 4 años de visitar, pero por amigos de allá, me han llegado algunos comentarios de la misma situación guatemalteca.

07 – Hay alguna invitación para conciertos en Sudamérica, por supuesto en Brasil?
Cuando salio el “Depressiva Vox Clamantis” se pudo organizar una medio gira por Colombia, chile y argentina, pero por cuestiones de tiempo y de informalidad de algunos organizadores no se llevo a cabo, lastima porque hubiese sido un sueño hecho realidad.Y como toda banda nuestra realidad es tocar en vivo, y BRASIL que es un país bastante grande y metalero, por supuesto que nos gustaría hacer unas cuantas fechas por esas tierras, quien este interesado que se comunique jajaja somos materia dispuesta.

08 – Conocen algo de la escena brasileña? Si conocen, cuáles las bandas que creen que más merecen tu respeto?
Pues lo básico seria que la escena brasileña es bastante grande y prolifera, pero hablando precisamente de metal, pues la vieja guardia, de sarcófago, sepultura, chakal, sexthrash, overdose y r.d.p. que fue lo que mas se dio a conocer en los 90s, después yo era gran fan de Mystifier, me enloquecio el wicca, gran disco y de la nueva camada pues krissiun, angra y de mas etc….

09 – Indica algunas bandas para que los lectores brasileños conozcan, de tu país y cercanía.
Es como dije relativo pero las bandas que a mi parecer merecen que las recomiende, no tanto por lo musical sino por lo estables que son, y no son un montón de niños con una banda de 2 meses que desaparecerán luego de haber leído esta entrevista, son:

Metal réquiem (deathrash metal)
Cronos (death metal)
Virus belico (death core metal)
Andromeda (power metal)
Rip (thrash metal)
357 (hard core metal)

10 – Como los lectores pueden conseguir material de la banda?

Muy buena pregunta, pues el “Luxuria in Caellum” se pueden contactar con nosotros, el nuevo material que saldrá a la venta a finales de julio pues también con nosotros, ya sea a mi correo: yrenyornom@hotmail.com

o nuestra pagina:
www.noctisinvocat.cjb.net

11 – Díganos los futuros planes de la banda y sus expectativas.
Definitivamente lograr que alguien nos consiga unas cuantas fechas para tocar en BRASIL (urgente jajaja); sacar con o sin sello la nueva producción de NOCTIS INVOCAT, que puedo asegurar que va a ser el mejor material hecho por nuestra parte. Y propagar la semilla del mal.

12 – Ahora el espacio es de uds! Qué sigan siempre invocando a la noche, oscura y caótica!!
Gracias thiago y un gran saludo a toda la gente brasileña, o portugués parlante, esperamos llegar lo antes posible a sus ciudades para cerrar el pacto.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

AR ISHTAR - BLACK METAL - BARQUISIMETO, LARA / VENEZUELA

Em Português:

AR ISHTAR foi formada a meados de 2007, sendo uma idéia de anos atrás que levava o nome de Dark Gore, e se dando por concretizada nesta data graças à reunião de vários músicos ex-integrantes de bandas barquisimetanas de Metal. Emmanuel, ex-tecladista (Vehemencia) junto a Juan Carlos, baterista (ex-Astadmia, ex-Tormento Brutal) e Carlos (ex-Tormento Brutal) como baixista e Backing Vocais Guturais decidem formar o Ar Ishtar. Significado: Ar: Pentagrama, Ishtar: Deusa da Guerra.., tudo logo depois de sentirem-se algo inconformados com seus antigos projeto, onde não podiam expressar seu fervor pelo Black Metal e tendo-se a necessidade de um Guitar/Vocal, contatam Jean Carlos (Puerco Rojo, ex-Grotest, Tendencia Extrema) na guitarra e têm um primeiro bateria e vocais, e fazem os primeiros vocal, Nelson (ex-Astadmia), a banda começa na casa de seu guitarrista os primeiros ensaios montando músicas em base a ensaios e logo por diferenças pessoais Nelson sai da banda e em seu lugar se anexaria à banda Rubén (Reyno Maldito Quibor) como segundo guitarrista por um tempo, já que este, por sua vez, logo sairia da banda. Os ensaios são retomados e é chamado Alexander (Egregor) para executar os vocais e colaborar nas letras da banda. No tempo de 2 meses ensaiam somente uma ou duas vezes, para assim conseguir o som Black que se queria e montar os temas que foram brutais e não perderam a melodia. Mantendo-se no Underground da cena da província de Lara, a banda continuou seus ensaios e depois de três meses é dada a oportunidade de fazer sua primeira apresentação em um evento Black Metal na cidade de Barquisimeto, o qual foi cancelado e assim a banda tocaria uma semana depois num evento universitário que reuniu algumas das bandas do Metal barquisimetano e cerca de 150 pessoas foram testemunhas da primeira apresentação de Ar Ishtar, onde ficamos muito satisfeitos e agradecidos com o público e os organizadores, a quem dizemos Obrigado por dar-nos a oportunidade. Três temas, mais uma intro e intermédio deram nascimento e se converteram na primeira chamada à deusa Ar Ishtar, a qual não se irá jamais dos cenários Headbangers venezuelanos. Logo eventos como o Dark Avernom Fest serviram para a primeira apresentação com corpsepaint usando todos os artifícios do Black Metal em cena, e logo depois o Metal Eterno 2 faria o próprio onde a banda tomaria muito mais confiança e respeito na cena barquisimetana. Agora a banda pretende tocar fora, e atualmente a banda se encontra terminando sua Demo , “La llamada a Ishtar” ‘2007/2008 a qual conterá 4 temas de Black Metal Melódico e Extremo e conta com a masterização de Blasfemo (vocal da Reyno Maldito) para assim conseguir o som devastador que se espalhará à todos os fiéis devotos na terra. Interessados em contatar com a banda podem fazer-lo através de arishtarbanda@hotmail.com arishtarbanda666@gmail.com

www.arishtar.es.tl/
www.myspace.com/arishtar666

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En Español:

AR ISHTAR , la banda fue formada a mediados del año 2007 , siendo una idea de años atrás que llevaba por nombre (Dark Gore), y dándose por concreta en esta fecha gracias a la reunión de varios músicos ex integrantes de bandas barquisimetanas de metal , Emmanuel ex tecladista ( Vehemencia ), junto a Juan Carlos batería ( ex Astadmia , ex Tormento Brutal ) y Carlos ( ex Tormento Brutal ) como bajista y coros guturales , deciden formar Ar Ishtar , significado: ( Ar: Pentagrama , Ishtar: Diosa de la guerra..) , todo luego de sentirse algo inconformes en sus antiguos proyectos donde no podían expresar su fervor por el black metal y dándose en la necesidad de guitarrista y vocal , contactan con Jean Carlos ( puerco rojo ) ex ( Grotest , Tendencia Extrema ) en la guitarra y tiene un primer vocal Nelson ( ex Astadmia ) , la banda empieza en casa de su guitarrista los primeros ensayos montando canciones en base a rítmicas y letras , y hacen los primeros ensayos luego por diferencias personales sale del grupo Nelson , a su vez ya se había anexado a la banda Rubén ( Reyno Maldito Quibor ) como segundo guitarrista por un timepo ya que este luego saldria de la banda, los ensayos vuelven a retomarse y es llamado alexander ( Egregor ) para ejecutar las voces y colaborar en las líricas de la banda , por espacio de 2 meses se ensaya semanalmente una o dos veces , para así conseguir el sonido black que se quería y montar los temas que fueran brutales y que no perdieran la melodía , manteniéndose en el underground de la escena larense la banda continuo sus ensayos y luego de tres meses se da la oportunidad de debutar en un evento black metalero en la ciudad de Barquisimeto el cual fue cancelado y así la banda debutaría una semana después en un evento universitario que reunió algunas de las bandas del metal barquisimetano y alrededor de 150 personas fueron testigos del debut de Ar Ishtar donde quedamos muy contentos y agradecidos con el publico y los organizadores a quienes damos gracias por darnos la oportunidad , tres temas + un intro e intermedio dieron nacimiento y se convirtieron en la primera llamada a la diosa Ar Ishtar la cual no se ira jamás de los escenarios metaleros venezolanos , luego eventos como el dark Avernom fest sirvieron para la primera presentación con corpse paint usando todo los aditamentos del black en escena , y luego el metal eterno 2 haría lo propio donde ya la banda tomaría mucha mas confianza y aplomo en la escena barquisimetana , ahora la banda se pone como metal tocar fuera y actualmente la banda se encuentra terminado su demo ( la llamada a Ishtar ) demo 2007 - 2008 el cual contendrá 4 temas de black metal melódico extremo y cuenta con la masterizacion de blasfemo ( vocal líder de Reyno Maldito ) para así conseguir el sonido devastador que aplastara a todos los fieles devotos en la tierra . Interesados en contactar con la banda pueden hacerlo a través de: arishtarbanda@hotmail.com arishtarbanda666@gmail.com

www.arishtar.es.tl/
www.myspace.com/arishtar666



quarta-feira, 9 de abril de 2008

ANACHRONAEON - DEATH METAL - VÄSTERÅS/SUÉCIA


Em Português:

Anachronaeon começou como Human Failure no ano de 2002, constituído por Andreas Åkerlind na bateria e Patrik Carlsson na guitarra, baixo, vocais, teclados. Eles ensaiam e gravam dez músicas em dez ensaios. Isso gerou a demo “Human Failure”.

A banda decide fazer músicas mais sérias, e realmente trabalha através das composições. Em 2003 Anachronaeon nasceu, e com “Tales from a hollow eternity” o novo caminho foi traçado. Em 2004 a banda consistia em três membros (Mac era então o segundo guitarrista).

Os três gravaram o CD “As the last human spot in me dies” em 2004 e fizeram performance em uma tour (a única de TODAS!) abrindo para o Katatonia. Ao vivo Kalle Ullbrandt ajudava como baixista, mas foi despedido quando de repente Mac queria cair fora da banda para se focar mais na música Jazz (!)

Novamente eles eram somente dois, e decidem manter a banda assim por agora...

No final de 2005 um fã russo da Anachronaeon perguntou se ele poderia promover a banda na Rússia, desde que Anachronaeon ainda não tivesse assinado com nenhum selo. A banda concordou e dentro de duas semanas a Stygian Crypt Productions demonstrou interesse.

07/07/07 “As the last human spot in me dies” é lançado pela Stygian Crypt Productions, com uma nova arte de capa.

“The New Dawn” é lançado pela Stygian Crypt Productions em 7 de Novembro de 2007.

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En Español:

Anachronaeon empezó como Human Failure en el 2002, constituido por Andreas Åkerlind en la batería y Patrik Carlsson en la guitarra, bajo, vocales, teclados. Ellos ensayan y graban diez músicas en diez ensayos. Esto ha gerado el demo “Human Failure”.

La banda decide hacer músicas más serias, y realmente trabaja a través de las composiciones. En el 2003 Anachronaeon nació, y con “Tales from a hollow eternity” el nuevo camino fue consumado. En el 2004 la banda consistía en tres miembros (Mac entonces era el segundo guitarrista).

Los tres graban el CD “As the last human spot in me dies” en el 2004 y hicieron performance en una gira (la única de TODAS!) abriendo para Katatonia. En vivo Kalle Ulbrandt ayudaba como bajista, pero fue despedido cuando repentinamente Mac decidió salir para tocarse más en la música Jazz (!)

Nuevamente ellos eran solamente dos, y deciden mantener la banda así por ahora…

En fines del 2005 un fan ruso de Anachronaeon preguntó si el podría promover la banda en Rusia, desde que Anachronaeon todavía no tuviera asignado con ningún sello. La banda acordó y dentro de dos semanas la Stygian Crypt Productions demostró interés.

07/07/07 “As the last human spot in me dies” es lanzado por la Stygian Crypt Productions, con un Nuevo arte de la portada.

“The New Dawn” es lanzado por la Stygian Crypt Productions em el 7 de Noviembre del 2007.

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In English:

Anachronaeon started as Human Failure in the year 2002, consisting of Andreas Åkerlind on drums and Patrik Carlsson on guitars, bass, vocals, keys. They rehearsed and recorded ten songs in ten rehearsals. That became the "Human Failure"-demo.

The band then decided to make more serious music, and really work through the compositions. In 2003 Anachronaeon was born, and with "Tales from a hollow eternity" the new path was trampled. In 2004 the band consisted of three members (Mac was second guitarrist back then).

The three recorded the "As the last human spot in me dies" cd (2004) and actually performed a live gig (the only one EVER!) as opening act for Katatonia. Live Kalle Ullbrandt helped with bassduties, but was fired when Mac all of a sudden wanted to drop out of the band to focus on jazz music(!).

Again there were only two, and they decided too keep it that way for now...

In late 2005 a russian Anachronaeon-fan wondered if he could promote the band in Russia, since Anachronaeon still was not signed by any label. The band agreed and within two weeks Stygian Crypt Productions showed interest.

07/07/07 "As the last human spot in me dies" is released by Stygian Crypt Production, with new cover art.

"The New Dawn" is released by Stygian Crypt Productions November 7th (2007).

Contacts:

www.anachronaeon.com
www.myspace.com/anachronaeon
jugulator_666@hotmail.com



terça-feira, 8 de abril de 2008

CRY OUT FOR - MELODIC DEATH METAL - SANTA CLARA - VILLA CLARA/CUBA

Em Português:

Da esquerda pra direita:

Jorge Luis Rojas Baixo/B. Vocais
Alejandro Negrin- Guitarra
Denis Mayor- Teclados
Humberto Martínez- Vocal
Saumel Alonso- Bateria
Yoandy Prieto - Guitarra

Yarili Lopez- Representante
Giosvany Garcia- Técnico de som

Nome da Demo de 2007: “No mientas a tu Corazón”.

Formados em Santa Clara, Província de Villa Clara, Cuba.

Estilo: Melodic Death Metal

Banda iniciada a 23 de Março de 2004, sendo a continuação de uma antiga banda chamada Eskarcha, que na época fazia outra linha de som, depois da saída de vários integrantes desta antiga banda. Eles nessa época adotam esse nome e mesclam vários estilos, mas agora de uma forma diferente e com novas influências.

O trabalho atual é uma mescla de Black Metal, Heavy, Gótico, Metal Sueco e Death Metal, obtendo ótima aceitação em todos os lugares nos quais têm se apresentado.

Desde o início da banda o trabalho de cada um dos integrantes têm sido sem descanso, tratando de ser cada vez melhores na proposta a que se têm proposto, unindo os estudos ou trabalho à música, com a mesma seriedade e exigência pelas quais enfrentam as tarefas diárias. A banda desde o começo não teve nenhum mês sem um Show dentro ou fora de sua província e nunca faltaram a um compromisso, ao contrário: Os assumiram sob qualquer tipo de sacrifício e isso fez com que as pessoas e o público respeitem e conheçam seu trabalho não só pela música, mas também de uma maneira pessoal, coisa que nos impulsiona a seguir lutando e trabalhando como o têm feito até agora, sempre tratando de se superar para que suas propostas ganhem em qualidade.

Em cada apresentação a banda têm dado mostra de um domínio de palco ascendente, de maneira que cada show tem sido uma maneira de crescerem como artistas. O público seguidor da banda vai-se ampliando tanto como suas expectativas que os faz participantes de cada apresentação e de encontrar em sua banda uma expressão de melhor maneira de fazer música em seu espaço.

A banda se mantêm unida e trabalhando sem parar, esperando que apareçam novos convites para shows e festivais e buscar que o público siga gostando de sua proposta, o que é seu principal objetivo.

A banda, no transcurso de sua vida, apareceu em páginas de Fanzines e na revista nacional de Rock de Cuba com críticas aceitáveis a seu trabalho, com o qual têm se sentido muito agradecidos.

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En Español:

De izquierda a derecha:

Jorge Luis Rojas Baixo/Coros
Alejandro Negrin- Guitarra
Denis Mayor- Teclados
Humberto Martínez- Vocal
Saumel Alonso- Batería
Yoandy Prieto - Guitarra

Yarili Lopez- Representante
Giosvany Garcia- Sonidista

Nombre del Demo de 2007: “No mientas a tu Corazón”.

Formados en Santa Clara, Província de Villa Clara, Cuba.

Género: Melodic Death Metal

Banda iniciada a 23 de Marzo del 2004, siendo la continuación de una antigua banda llamada Escarcha, que en otros tiempos hacía otra línea de sonido, después de la salida de varios integrantes de esta antigua banda. Ellos en este tiempo adoptan este nombre y mezclan varios estilos, pero ahora de una distinta forma y con nuevas influencias.

El actual trabajo es una mezcla de Black Metal, Heavy, Gótico, Metal Sueco y Death Metal, obteniendo una óptima aceptación en todos lugares en los cuales se han presentado.

Desde el inicio de la banda el trabajo de cada uno de los miembros han sido sin descanso, tratando de ser cada vez mejores en la propuesta a que se han propuesto, unido los estudios o trabajo a la música, con la misma seriedad y exigencia por las cuales enfrentan sus tareas diarias. La banda desde comienzos no tuvo ningún mes sin un concierto dentro o fuera de su provincia y nunca faltaron a un compromiso, al contrario: Los asumieron bajo cualquier tipo de sacrificio y esto ha hecho con que las personas y el público respeten y conozcan a su trabajo no solo por la música, pero también de una forma personal, cosa que los impulsa a seguir luchando y trabajando como lo han hecho hasta ahora, siempre tratando de superarse para que sus propuestas ganen en calidad.

En cada presentación la banda ha dado muestra de un dominio de escenario ascendente, de forma que cada concierto ha sido una manera de crecieren como artistas. El público seguidor de la banda se va ampliando tanto como sus expectativas que los hace participantes de cada presentación y de encontrar en su banda una expresión de mejor manera de hacer música en su espacio.

La banda se mantiene unida y trabajando sin parar, esperando que aparezcan nuevas invitaciones pata conciertos y festivales y buscar que el público siga gustando de su propuesta, lo que es su principal objetivo.

La banda, en el transcurso de su vida, apareció en páginas de Fanzines y en la revista nacional de Rock de Cuba con críticas aceptables a su trabajo, con el cual han se sentido muy agradecidos.

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In English:

From Left to Right:

Jorge Luis Rojas Bass/B. Vocals
Alejandro Negrin- Guitar
Denis Mayor- Keyboards
Humberto Martínez- Vocal
Saumel Alonso- Drums
Yoandy Prieto - Guitar

Yarili Lopez- Manager
Giosvany Garcia- Sound Technic

Name of the Demo – ‘2007: “No mientas a tu Corazón”.

Formed in Santa Clara, Province of Villa Clara, Cuba.

Genre: Melodic Death Metal

Band initiated on March 23, 2004, a continuation of an old band called Eskarcha, which at the time was another line of sound, after the departure of several former members of this band. They then take that name and mixtures various genres, but now in a different way and with new influences.

Currently, work is a mix of Black Metal, Heavy, Gothic, Metal and Swedish Death Metal, getting great acceptance in all places where have made.

Since the beginning of the band the work of each of the members have been without rest, trying to be ever better in the proposal to which they have proposed, uniting the studies or work to music, with the same seriousness and demand for which face the tasks daily. The band from the beginning has made no month without a Show inside or outside your province and never missed a compromise, unlike: The assumed under any kind of sacrifice, and this has caused people and the public respect and know their work not only for the music but also a personal way, something that drives us to follow struggling and working as they have done until now, always trying to overcome so that their proposals gain in quality.

In each presentation shows the band have given an area of ascending stage, so that each show has been a way to grow as artists. The public will follower of the band is expanding as much as their expectations that makes participants of each presentation and find an expression in his band, best way to make music on your space.

The band remain united and working without stopping, hoping that appear new invitations to concerts and festivals and seek that the public follow enjoying your proposal, which is its main goal.

The band, in the passing of his life, appeared in the pages of Fanzines and the National Magazine of Rock in Cuba with criticism acceptable to his work, with which have been very thankful sense.

Contacts and Link:

Telf. (0142) 214093 Yarili or Humberto
e-mail: espina@cenit.cult.cu
www.cuba-metal.com/cry.htm